Meus amigos mais próximos me desejaram feliz aniversário ontem no Facebook e vários deles enviaram junto com os parabéns um recadinho que, com pequenas variações, tinham a mesma essência: "Herbert, trabalhe menos."
"We need to revolutionize education to encourage creativity and need to teach our kids to play, take a chance and create."
@TheNextWeb
Por que nunca citaram essa frase para a mãe daquele menino tímido sentado ali no meio da sala de aula? Pobre menino, sempre tão concentrado em prestar atenção a tudo que os professores diziam, a tudo que estava sendo anotado no quadro-negro... Tsc tsc, esteve tão focado em tirar boas notas que preferiu fazer o trabalho sozinho para poder se concentrar mais no assunto a ser pesquisado.
Pobre menino, se convenceu de que o trabalho era para ser feito em grupos de 5 ou 10 coleguinhas porque a professora queria ter menos trabalhos para corrigir. Tudo bem que ele não estava assim tão errado mas, na 4a série, já estava tão condicionado a fazer "tudo certo" que não percebeu que o trabalho feito em grupo era, também, uma oportunidade de interagir mais com os coleguinhas, falar, sim, sobre aquele jogo do Mega Drive, sobre o gibi do Cascão, sobre a calcinha que a Fernandinha, a gatinha da sala, deixou aparecer durante o recreio da semana passada.
Pobre menino. Foi tão aplaudido por seu boletim com estrelinhas douradas, em reconhecimento às boas notas, que achou que estava fazendo tudo certo.
"We need to revolutionize education to encourage creativity and need to teach our kids to play, take a chance and create."
Fazer sempre o certo (ter medo de errar) reduz a zero as chances de fazer algo inovador.
Sempre tive curiosidade de saber qual o intervalo de tempo entre as imagens de satélite que formam o Google Maps.
Passeando pelas páginas da revista Alfa na manhã de uma segunda-feira tranquila, me deparei com um texto de Ailin Aleixo que me fez rir e faço questão de digitar na íntegra só para poder compartilhar e ver no que vai dar...
Mulher não pode tudoVerdade seja dita, com essa leitura eu ri sozinho e silenciosamente. Principalmente imaginando algumas amigas lendo esse texto e ficando vermelhas de ódio. Tomara que alguém se manifeste deixando suas impressões sobre o texto - fiquei curioso para saber a reação alheia. Por hora, já adianto uma crítica feminina do artigo, por Luana Soares, aqui.
Você entra no site da Apple americana e confere os lançamentos:
Para entender esse mecanismo, o melhor é voltar ao trabalho realizado quase um século atrás por dois cientistas de Harvard, Robert Yerkes e John Dodson.
Em 1908, os dois demonstraram que a eficiência aumenta com o aumento do estresse - mas só até certo ponto. Depois disso, o rendimento cai drasticamente"
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